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Beneficiários do Bolsa Família no Vale do Sinos e região terão acesso a microcrédito
- (AGO.
2009)
Empreendedora Popular de Novo Hamburgo será a primeira beneficiaria do Bolsa a receber o Microcrédito. |
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Uma vendedora de roupas residente no bairro Santo Afonso em Novo Hamburgo será a primeira beneficiária do Bolsa Família a receber recursos do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) no Vale do Sinos, através de uma Parceria com a Portosol, Instituição Comunitaria de Microcrédito que já atua desde 2000 em Novo Hamburgo.
Na sexta-feira (14/08) ela assina contrato com a PortoSol, única instituição de microcrédito habilitada pelo programa no Estado. O empréstimo de R$ 200,00 servirá para compra de langeri e outras roupas para incrementar o seu negócio.
Poderão acessar o microcredito no Vale dos Sinos e Região beneficiários do Bolsa Família que desenvolvam atividades tais como: Costureira, artesão, produções de alimentos, comércio de docinhos e salgadinhos, marcenarias, sapatarias, carpintarias, alfaiatarias, gráficas, padarias, ambulantes, vendedores em geral, mercadinhos, bazares, farmácias, armazéns, restaurantes/lanchonetes, feirantes, pequenos lojistas, salões de beleza, oficinas mecânicas, borracharias, pintor/pedreiro, eletricista, etc
A Portosol atua em Novo Hamburgo e Região concedendo microcredito desde 2000. Já são mais de 18 mil operações e R$ 23 milhões injetados na economia da região do Vale do Sinos.
A filial da Portosol de Novo Hamburgo, através de seus agentes de credito, atende também empreendedores dos municípios de Esteio, Sapucaia, São Leopoldo, Portão, Campo Bom, Ivoti , Sapiranga, Nova Hartz, Parobé, Taquara, Igrejinha e Três Coroas.
Os interessados em obter informações sobre microcrédito devem procurar os pontos de atendimento da Portosol nos seguintes endereços:
Novo Hamburgo e Regiao: Rua Cidade de Atlântida, 07 - Fone/fax: 51 3581.5510
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Planseq do Microcrédito encerra turmas em Porto Alegre - (AGO.
2009) |
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A Portosol cumprindo com seu compromisso de apoiar os empreendedores gaúchos, encerra nessa quarta-feira em POA, 05/08/09, duas turmas do curso planseq do microcredito.
Foram capacitados 50 empreendedores nas áreas de gestão de pequenos negócios, técnicas de vendas, formação de preço, planejamento, cooperativismo e associativismo.
Alem dessas duas turmas, outros 100 empreendedores estão sendo capacitados nas cidades gaúchas de Santa Maria, Caxias do Sul e São Leopoldo e estamos vendo na pratica o impacto dessa ação para as pessoas que estão sendo capacitadas, diz Jaime Medeiros, multiplicador aqui no RGS.
No ano passado, o Ministério do Trabalho e Emprego lançou o primeiro Plano Setorial de Qualificação (Planseq) do Microcrédito com o objetivo de promover a capacitação de entidades de microcrédito e fortalecer os microempreendedores apoiados por entidades de microcredito. Essa ação esta acontecendo em 17 estados brasileiros, sendo a Portosol a parceria para realização dessas oficinas no RS. |
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Beneficiários do Bolsa Família no RS tem acesso a microcrédito - (AGO.
2009)
Costureira da capital será a primeira a receber o benefício |
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Uma costureira residente no Morro Santa Teresa em Porto Alegre foi a primeira beneficiária do Bolsa Família a receber recursos do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) no Rio Grande do Sul.
Em abril ela assinou contrato com a PortoSol, única instituição de microcrédito habilitada pelo programa no Estado. O empréstimo serviu para aquisição de tecidos e outras matérias-primas para seu negócio.
A iniciativa é uma parceria do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) com Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e 16 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs).
O diretor-executivo da Portosol, Cristiano Mross, salienta que diversas pesquisas apontam que o empreendedor de baixa renda quando beneficiado regularmente por linhas de microcrédito obtém um crescimento importante em sua renda familiar. “O relacionamento entre os microempreendedores e as instituições de microcrédito, por meio da atuação qualificada de agentes de crédito, pode contribuir para a gestão e resultados dos microempreendimentos”, afirma.
De acordo com Mross, o objetivo da iniciativa é apoiar beneficiários do Bolsa Família que já desenvolvem ou queiram desenvolver alguma atividade produtiva para complementar a renda familiar. Com a nova linha de microcrédito, a meta da Portosol é realizar 1.142 operações até o final de 2010 com valores entre 150 a 600 reais para aquisição, sobretudo, de máquinas, equipamentos, mercadorias e matérias-primas. |
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Nobel da PAZ em 2006, defende aproveitar crise para mudar sistema financeiro mundial - (AGO.
2009) |
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A crise econômica mundial pode e deve ser utilizada para mudar um sistema financeiro global ‘pensado só para alguns poucos privilegiados’, e cujas instituições e conceitos ‘criam pobreza artificialmente’, disse nesta quinta-feira o prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus, em Pequim (China).
O banqueiro bengalês disse que a atual crise é “a pior que se poderia imaginar”, mas afirmou que a imprensa, centrada nas finanças, esquece com frequência que é também “uma crise alimentar, energética e ambiental”.
Sobre isso, Yunus disse que é o momento de os economistas e políticos de todo o mundo, reunidos de no mês de julho na Cúpula Global de “Think Tanks” (centros de pesquisa e análise) em Pequim, aproveitem o momento para “desfazer o feito”.
“Todo mundo está ocupado em pensar em como ‘voltar à normalidade’. Mas de que normalidade estamos falando? Eu não quero voltar à situação anterior, é preciso criar um marco para não voltar a criar os problemas da ‘normalidade’ que havia antes”, disse.
Yunus propôs em seu discurso, entre outros, uma remodelação dos sistemas financeiros, que no passado não davam lugar aos mais desfavorecidos e que obrigaram a que pessoas como ele formulassem um sistema financeiro à parte, o dos microcréditos.
Por último, o prêmio Nobel propôs mudar o próprio conceito dos negócios, “já que agora acredita-se que as pessoas apenas buscam o máximo lucro, e as pessoas têm muitas outras dimensões”.
“O sistema se centra em nossa parte ‘egoísta’ e esquece nosso lado ‘altruísta’. Sugiro criar dois mundos dos negócios, um que faça dinheiro e outro que o use em ‘negócios sociais’”, disse Yunus aos presentes ao fórum em Pequim. |
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